IDH Publication, 2026
Gender-Based Violence (GBV) is not just a social issue, it’s a systemic challenge that undermines agricultural value chains.
In rural and isolated areas, GBV threatens women’s safety, limits their economic participation, and weakens food security. When women cannot work safely, entire communities lose resilience, and businesses lose productivity. Climate resilience strategies that overlook gendered risks leave communities exposed and women vulnerable.
Ending GBV is essential for building equitable, sustainable, and climate-resilient agri-food systems; and it’s not only a human rights imperative, but also central to climate adaptation and economic stability.
The good news? Solutions work. Programs like the Women’s Safety Accelerator Fund (WSAF) demonstrate that addressing GBV can enhance productivity and strengthen workforce morale and brand reputation. Safe, inclusive workplaces aren’t just good ethics, they’re smart business.
Gurmeet Kaur Articles
Luc Barriere-Constantin Article
This article draws on the experience gained by The Constellation over the past 20 years. It is also a proposal for a new M&E and Learning framework to be adopted and adapted in future projects of all community-focused organisations.
Devaka K.C. Article
Sudeshna Sengupta Chapter in the book "Dialogues on Development edited by Prof Arash Faizli and Prof Amitabh Kundu."
UN Women is recruiting a National Evaluation Consultant (Bangladesh) to support the interim evaluation of the Joint Regional EmPower Programme (Phase II).
This is a great opportunity to work closely with the Evaluation Team Leader and contribute to generating credible, gender-responsive evidence that informs decision-making and strengthens programme impact.
📍 Location: Dhaka, Bangladesh (home-based with travel to project locations)
📅 Apply by: 24 February 2026, 5:00 PM
🔗 Apply here: https://lnkd.in/gar4ciRr
If you are passionate about feminist evaluation, gender equality, and rigorous evidence that drives change (or know someone who is) please apply or share within your networks.
IPE Global Ltd. is a multi-disciplinary development sector consulting firm offering a range of integrated, innovative and high-quality services across several sectors and practices. We offer end-to-end consulting and project implementation services in the areas of Social and Economic Empowerment, Education and Skill Development, Public Health, Nutrition, WASH, Urban and Infrastructure Development, Private Sector Development, among others.
Over the last 26 years, IPE Global has successfully implemented over 1,200 projects in more than 100 countries. The group is headquartered in New Delhi, India with five international offices in United Kingdom, Kenya, Ethiopia, Philippines and Bangladesh. We partner with multilateral, bilateral, governments, corporates and not-for-profit entities in anchoring development agenda for sustained and equitable growth. We strive to create an enabling environment for path-breaking social and policy reforms that contribute to sustainable development.
Role Overview
IPE Global is seeking a motivated Senior Analyst – Low Carbon Pathways to strengthen and grow its Climate Change and Sustainability practice. The role will contribute to business development, program management, research, and technical delivery across climate mitigation, carbon markets, and energy transition. This position provides exceptional exposure to global climate policy, finance, and technology, working with a team of high-performing professionals and in collaboration with donors, foundations, research institutions, and public agencies.
Caros parceiros de Controle & Avaliacao
Em anexo encontra-se o inquerito em Portugues da grande consulta online sobre C&A dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentavel (Agenda 2030) sob uma perspectiva de igualdade social e de genero. Agradecmos desde ja a vossa contribuicao para a discussao.
Consulta online a Múltiplas Partes Interessadas:
Ninguém fica para trás.
Avaliando os ODS sob a perspectiva de género e igualdade
O objectivo das consultas
No seguimento da aprovação em 2015 dos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pela Assembleia Geral da ONU e pela comunidade internacional de desenvolvimento, a EvalPartners (incluindo a EvalGender+) e os membros do Grupo de Avaliação das Nações Unidas (UNEG) formaram grupos de trabalho para reforçar os sistemas de controle e avaliação destes objectivos. O objectivo destas consultas, organizadas pela EvalGender+, pelo UNEG e pelo Departamento Independente de Avaliação da ONU Mulheres, é proporcionar orientação ao reforço de sistemas de Controle & Avaliação (C&A) de forma a olharem para os ODS com uma perspectiva de género e igualdade, que vá mais além do que o Objectivo 5 (Alcançar a igualdade de género e o empoderamento das mulheres e raparigas) e do Objectivo 10 (Reduzir a desigualdade entre os países e dentro de cada país). As agências e a rede aqui mencionadas, juntamente com outros parceiros estratégicos, planeiam a preparação de uma nota de orientação que auxilie tantos os actores directamente envolvidos na igualdade social e de género, como os actores envolvidos na avaliação dos ODS a garantirem que a igualdade social e de género seja abordada adequadamente em todas as avaliações dos ODS. Pretende-se produzir uma primeira versão desta Orientação até Junho de 2016. A estratégia dos ODS é trabalhar com e através de sistemas de C&A aos níveis nacional e local e, portanto, o foco destas consultas é sobre os indicadores e abordagens que podem ser implementados através das estruturas existentes de C&A – muitas das quais têm pouca experiência e recursos limitados para abordarem questões de igualdade social e de género.
Para além da sua importância individual como objectivos de desenvolvimento sustentável, estes dois objectivos (5 e 10) são também transversais a outros temas que devem ser integrados na avaliação de todos os objectivos. Por exemplo, alcançar o Objectivo 2 (acabar com a fome), o Objectivo 3 (assegurar vidas saudáveis e promover o bem estar de todos em todas as idades, o Objectivo 7 (garantir acesso a energia barata, fiável, sustentável e moderna) e o Objectivo 13 (agir urgentemente para combater as alterações climáticas) – para mencionarmos somente quatro, há que abordar dimensões importantes de género que podem afectar o sucesso destes objectivos. Da mesma forma, existem dimensões de igualdade social para todos os objectivos. Para saber mais sobre os ODS visite a link “"Transforming our world: The 2030 agenda for sustainable development” (Transformando o nosso mundo” a agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável):
https://sustainabledevelopment.un.org/post2015/transformingourworld
As consultas identificam quatro temas importantes que têm que ser abordados nos sistemas de C&A para se poderem avaliar os ODS com uma perspectiva de igualdade e de igualdade de género, que vai além dos objectivos 5 e 10.
Cada um destes temas tem implicações diferentes nos diversos países, regiões, sectores e tipo de organização. Por conseguinte, vimos convidá-los a partilharem as vossas experiências e perspectivas para ajudarem a EvalGender+, UNEG e asequipas independentes da ONU Mulheres a garantirem que Nota de Orientação reflectea diversidade de experiências e perspectivas nos diferentes países, regiões e tipos de organização.
Tema 1: A importância das “novas métricas” (ferramentas de medida e indicadores) para a avaliação dos ODS numa perspectiva de igualdade social e de género.
Nos anos mais recentes desenvolveu-se uma série de “novas métricas” que podem potencialmente alargar o leque de indicadores e de medidas disponíveis nos resultados de controle e avaliação do desenvolvimento numa perspectiva de igualdade social e de género. Estas incluem:
Os participantes são convidados a partilharem as suas reflexões e experiências sobre as seguintes questões (bem com outras que proponham), na forma como elas se relacionam com avaliações com perspectiva de igualdade social e de género.
Tema2: Avaliação e complexidade – Lidar com a complexidade crescente do desenvolvimento e das interligações dos ODS para garantir que “ninguém fica para trás”
Como os ODS estão interligados, as políticas e os programas nacionais necessários para a sua implementação vão ser complexos. Conforme os programas vão aumentando em dimensão e âmbito, no número de parceiros e de partes interessadas e em termos do tipo de alterações sociais e comportamentais que pretendem produzir, vão-se tornando mais complexos – tanto em termos da forma como são desenhados e implementados, como em termos da sua avaliação. A complexidade define-se em termos de: (a) a natureza do programa, (b) o número de parceiros e partes interessadas e dos padrões de interacção entre eles (incluindo o nível de consenso ou desacordo entre eles sobre os objectivos dos programas), (c) o número de factores externos (contextuais) que influenciam a forma como o programa é implementado e os seus resultados e (d) a complexidade das cadeias causais através das quais se devem alcançar os resultados. Alguns factores adicionais são particularmente importantes para a avaliação da igualdade social e de género, incluindo: (i) constrangimentos e pressões sociais e culturais, (ii) relações de poder e definião social de relações de género e de igualdade social, (iii) influências múltiplas sobre os processos de alterações comportamentais, (iv) o papel da comunicação social e (v) as longas cadeias causais, não lineares, através das quais se produzem alterações.
Os participantes são convidados a partilharem as suas reflexões e experiências sobre as seguintes questões (bem como outras que proponham) na forma como elas se relacionam com a avaliação com perspectiva de igualdade social e de género.
Tema 3: Promover sistemas nacionais de avaliação que tenham uma perspectiva de igualdade social e de género – parcerias de múltiplas partes interessadas que reforcem as capacidades nacionais para avaliação
Os ODS colocam desafios aos sistemas nacionais de avaliação, pois os ODS requerem o envolvimento de um leque alargado de partes interessadas, o alargamento do leque de indicadores a serem medidos e os problemas metodológicos e organizativos necessários para se avaliar a sustentabilidade, que requerem a recolha de dados ao longo de um período de tempo muito mais alargado. Muitos programas pretendem produzir benefícios que durem mais que cinco ou dez anos e a avaliação tem que (idealmente) continuar ao longo deste período. Assim, em vez das avaliações convencionais que frequentemente cobrem somente 3-5 anos de implementação do projecto, as avaliações dos ODS requerem que se continue o dobro deste tempo. A utilização de uma perspectiva de igualdade social e de género irá frequentemente trazer desafios adicionais aos sistemas nacionais de avaliação, incluindo o facto da avaliação dos resultados e impactos de género serem frequentemente a parte mais fraca de muitos sistemas nacionais de avaliação e as metodologias para se avaliar a igualdade social também não estarem devidamente desenvolvidas em muitos países (ou na literatura de avaliação em geral). Dados os constrangimentos de recursos em muitas agências de avaliação, muitas vezes não vai ser possível considerar avaliações especializadas que se centrem exclusivamente na igualdade social e de género e vai ser necessário adaptarem-se metodologias padrão de C&A para se abordarem estas questões. Vai ser importante considerar até que ponto algumas parcerias com múltiplos parceiros podem proporcionar às agências alguma perícia nestas áreas, bem como recursos adicionais que permitam a aplicação selectiva da recolha de dados e de metodologisa de análise com foco na igualdade social e de género.
Os participantes são convidados a partilharem as suas reflexões e experiências sobre as seguintes questões (bem como de outras que proponham) na forma como estas se relacionam com avaliações com perspectiva de igualdade social e de género.
Tema 4: Procura por e uso de evidências das avaliações feitas com perspectiva de igualdade social e de género para orientar o desenvolvimento igualitário
A experiência obtida em todas as regiões e sectores mostra que um dos maiores desafios que enfrentam os sistemas de avaliação é a taxa muito baixa de utilização das avaliações. Em muitos casos, os resultados da avaliação não chegam sequer a muitas das organizações e grupos chave (incluindo organizações comunitárias e de mulheres), noutros casos estes não são apresentados numa forma facilmente acessível a certos grupos, principalmente aos mais vulneráveis. Mesmo quando as avaliações são revistas, frequentemente não se toma qualquer acção relativamente a muitas das recomendações. É provável que estes desafios se tornem mais graves quando incidem sobre igualdade social e de género, já que estes temas são menos familiares em muitas organizações e os mecanismos de revisão e acção ainda menos desenvolvidos.
Os participantes são convidados a partilharem as suas reflexões e experiências sobre as seguintes questões (bem como de outras que proponham) na forma como estas se relacionam com avaliações com perspectiva de igualdade social e de género.
Tags:
© 2026 Created by Rituu B Nanda.
Powered by